Praias

terça-feira, 23 de março de 2010

Na entrada das praias, há uma placa de madeira com o nome de cada uma, a expressão “BONBINI”, que significa bem-vindo, e um telefone para emergências, 24 hroas. Algumas são públicas e outras privadas. Estas, geralmente, estão abertas das 9h às 18h. A entrada varia de U$ 4 a U$ 6 dólares, quase sempre incluindo o uso de cadeira e guarda-sol, sendo o valor mais alto cobrado nos finais de semana.

Em Curaçao, o melhor é fazer compras em supermercados e levar comida, pois há pouca estruta nas
praias, que são distantes e desertas. Uma garrafa pequena de água, na praia, custa U$ 2.

Na área próxima à Mambo Beach (mais ao extremo sul da ilha, passando pela capital), uma das praias badaladas e frequentadas por magnatas (com cafés e restaurantes na praia, mas não é bonita), existe muito comércio, supermercados, bares, postos de gasolina e alguns hotéis e cassinos. Nós nos hospedamos duas noites no Hotel Celeste, por U$ 80 a diária, sem café. Um bom mercado por lá é o Boulevard Market Place.


Difícil selecionar as mais belas, já que são inúmeras. Mas três delas, todas no extremo norte de Curaçao, não podem deixar de ser visitadas: Kenepa Grandi, Port Marie ou Porto Mari e Cas Abou (as duas últimas são pagas). Em Cas Abou, conseguimos pagar apenas U$ 2, já que entramos apenas para tirar fotos.

Para nós, Kenepa Grandi é a mais incrivelmente bela e, o melhor, o acesso é gratuito. Se chegar cedo, é possível conseguir uma mesa, com bancos e guarda-sol, já fixos na praia. No local, há um pequeno bar
que serve bebidas e alguns pratos e petiscos; e banheiro.

De um mirante, antes de descer à praia, é possível contemplá-la em toda sua beleza. Mas é impossível registrarmos tamanha perfeição em nossas máquinas fotográficas. As águas tranquilas mesclam-se em tons transparentes, azuis turquesa e marinhos e verde-água, cercadas de paredões imensos de pedras que tornam o cenário mais surpreendente ainda. Na beira da água, pode-se ver muitos peixinhos. A areia é branca e com pedras que, na verdade, são corais que se calcificaram. A paz e o sossego ali são tão intensos que permite-nos admirar a natureza em toda sua perfeição. Sem exageros, Kenepa é imperdível.


Em segundo lugar, na nossa opinião, vem Port Marie ou Porto Mari, com acesso um pouco mais afastado da estrada principal. Um dos locais mais procurados pelos mergulhadores, também possui mar calmo de águas belíssimas em azul turquesa e verde-água e areia branca. Lanchas e outras embarcações completam o belo cenário. Possui uma estrutura melhor, com bom restaturante e uma loja que loca todo o equipamento necessário ao mergulho. Como é privada, oferece caderias, espreguiçadeiras e guarda-sol.

Em terceiro, vem a praia Cas Abou, bela, tranquila, excelente para banho e ótima estrutura para o turismo. Vale a pena pagar para conhecê-la.

Há outras que merecem ser conhecidas. Mais ao extremo norte da ilha, antes da praia de Kenepa Grandi, estão as praias Forti e Kenepa Chiki (que é menor). Existe um mirante para visualizar a praia Forti, cujo cenário é deslumbrante. Com águas bem azuis e
cercada por paredões, o mar é um convite aos mergulhadores. Na região, há muitos apartamentos residenciais para alugar; um deles é o All West, sobre as pedras no alto, de frente para a praia Forti. Há, ao lado, um restaurante com o mesmo nome da praia. A vista é boa, mas a comida e o atendimento não são satisfatórios. O estabelecimento foi construído sobre uma antiga fortaleza, na era napoleônica.

Descendo, voltando para o extremo sul da ilha, visitamos as praias: Jeremi, Lagun, Santa Cruz (plana
e com muitos coqueiros), Cas Abou e Port Marie.

Da praia de Santa Cruz, do bar e restaurante local, saem passeios de barco (water taxi) para as praias: Love Beach, Santa Pretu e Hula, que somente são acessíveis por embarcações.

Para visitar toda a costa, é preciso seguir por todo o litoral, em direção ao WestPunt (ponto oeste). A estrada é boa. Além das praias,
passa-se por antigas sedes de fazendas dos primeiros holandeses, as Country Houses. Na época da escravidão, muitas eram as propriedades que abrigavam plantações em Curaçao. Algumas das casas em que moravam os proprietários dessas fazendas foram preservadas e contam hoje um pouco da história daquele período. Estão abertas à visitação a Landhuis Savonet (tel: (5999) 864.0363), a Landhuis Groot Santa Martha (Klein Sta. Marta, tel: (5999) 864.1323, www.tsoshal.org), a Landhuis Knip (tel:(5999) 864.0244), a Landhuis Bloemhof (Santa Rosaweg 6, Willemstad, tel: (5999) 737.5775), entre outras.

Regressando para o centro da ilha, ainda na estrada, mas já perto da capital, Willemstad, almoçamos no Restaurante Ma Colin. A comida é boa e farta. Pedimos um peixe grelhado, acompanhado de arroz e salada.

Seguindo adiante da capital, ainda há as praias: Marie Pampoen, Jan T
hiel, Caracasbaai, Baya e Barbara.

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